domingo, 11 de dezembro de 2011

Decisão

Olá a todas as visitantes!

Volto aqui raramente. Desta vez, vim para comunicar uma decisão, tomada uns dias atrás: não quero mesmo ter mais nenhum relacionamento amoroso. Optei por viver a minha vida solteira, sozinha (o nome/rótulo na verdade pouco importa).

Mas isso não significa que eu não creio na cura para o vaginismo. Sei que há. Várias mulheres com quem tive contato desde que criei este blog, em 2009, me revelaram isso. O fato é que eu não espero mais nenhuma intimidade com ninguém. Acho que cada um tem a sua história, e a minha é essa.

Um beijo, meninas. Talvez volte mais aqui. Talvez não. Mas tenham certeza: eu acredito na cura e acredito em vocês, mesmo sem conhecê-las.

Um grande beijo

terça-feira, 17 de maio de 2011

Volta

Oi, gente!

Depois de muito tempo voltei a acessar meu e-mail e vi que uma (bela) rede de amigas se formou (de novo). Como já disse a elas, fico feliz em saber que há gente lutando por sua cura e por divulgar o vaginismo (sim, ainda sonho que veículos grandes, como revistas, jornais e TV, façam reportagens sobre o tema).

Até lá, seguimos por aqui, trocando experiências, ombros e incentivos.

Beijos a todas. A cura é possível.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Novo vídeo no YouTube: muito bom

Vaginismo tem a ver com vida, não apenas com sexo.

A frase é a que termina um novo vídeo que encontrei sobre o tema no YouTube. Pena que é todo em inglês. Mas vale a pena ver.

http://www.youtube.com/watch?v=dq-9z4nAYEE

Beijos pra vcs

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Cobrança por filhos

Olá a todas!

Hoje encontrei um casal com 15 anos de união e nada de filhos. Impossível não imaginar que o vaginismo era uma das hipóteses para aquela situação, afinal já passei por isso (continuo com vaginismo, mas divorciada).
E também passei pela cobrança por filhos, como vi acontecer a esse casal. Acho que, mesmo se não tivesse o problema, nunca faria esse tipo de comentário, que só magoa. Afinal ter filhos ou não é algo muito particular, que pode envolver milhares de outras causas e consequências. Mas nem todos são sensíveis. Aliás, poucos são assim.

E vocês? Novidades? Não sumam!