quinta-feira, 29 de abril de 2010

IstoÉ... muito esclarecedor!

Vale a pena ler:
http://www.istoe.com.br/reportagens/detalhePrint.htm?idReportagem=3960&txPrint=completo

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Ansiedade e vaginismo

Amigas,

Um dos traços que tenho notado ser comum a todas nós é a ansiedade. Claro, umas de certo modo, em um grau; outras de outro jeito e outro nível. Pesquisando, encontrei um site bem específico (acho que é para terapeutas). Vcs sabem que não nunca colei aqui trechos de sites, dou só o link. Mas vou fazer isso porque acho que a informação é importante para nós (segue o texto abaixo). A referência é esta:
http://www.eric-jacob.com/malapedia/forum-ansiedades+sexuais+fantasias+erogenas+sonhos+sexuais-pt-F66.11-1180-de+saude.php


Ansiedades que são a base da desordem sexual. Temos de identificar a natureza das ansiedades e em que nível estão. Os níveis são de superficial a profundo, ou seja, temos de ir ansiedades no superficial (perto de consciência) para o inconsciente ansiedades mais.No que diz respeito à natureza e às diferentes formas de ansiedade, observamos o seguinte.

Ansiedades superfície

Essas ansiedades, muito bem descrita na literatura, comportamento, às vezes servem para mascarar a ansiedade. Aqui estão os principais.

1) Desempenho ansiedade ou medo do fracasso sexual: bem descrito por Masters e Johnson (1971) com o despertar do sexo masculino, a ansiedade é determinada por um medo de incompetência, para não ser igual. Impotência resultante pode também ocultar um medo do sucesso (Kaplan, 1979) (mais profunda ansiedade). Nas mulheres, o medo de não ficar animado, esperando que o orgasmo também pode estar presente.

2) Ansiedade e angústia superego de culpa. É o sentimento de fazer algo inadequado.Existe uma auto-censura, a proibição de que pode ser facilmente verbalizado, porque isso é algo como o consciente ou pré-consciente. No entanto, a auto-censura pode ter raízes mais profundas. Assim, no abuso sexual, incesto, se houver culpa sobre o prazer obtido, pode levar a um comportamento masoquista componentes da expiação. Aqui, o sujeito tenderá a posicionar suas fantasias eróticas no contexto de humilhação.

3) A ansiedade de perder o controle: ansiedade é comum entre as mulheres e um medo de deixar ir, o risco de ser confundida com uma prostituta ea anorgasmia, onde se adotar uma atitude de um espectador.

4) Medo da dor. é mais comum em mulheres. Para o vaginismo, por exemplo, seria proteger as mulheres contra o medo do sofrimento, da destruição do corpo.Esse medo pode esconder o medo da separação da mãe (mais profunda ansiedade).

domingo, 25 de abril de 2010

Matéria sobre programa de ajuda

Achei muito legal essa iniciativa, que alia fisioterapia, psicologia e sexologia.
Se eu morasse em SP, correria atrás:
http://www.tvcanal13.com.br/noticias/fisioterapia-contra-dor-na-relacao-sexual-100320.asp.

Abraços,

Vaginismo = cinto de castidade

Um texto publicado no site Salada Médica compara o vaginismo a um cinto de castidade psicológico. Nunca havia pensando nisso, só sei que quero encontrar logo a chave do meu, aliás todas queremos! Quem quiser conferir o texto deve acessar http://saladamedica.wordpress.com/2010/04/24/vaginismo/.

Abraços,

domingo, 18 de abril de 2010

Vitória adiada

Amigas e amigo,

Pensei muito antes de trazer pra vocês esta notícia. Tive medo de desanimá-las(lo) de alguma forma. Mas, ao mesmo tempo, lembrei que criei este blog justamente para falar sobre as minhas frustrações, meus medos, minha caminhada rumo à cura para que casos como o meu não se prolonguem por tanto tempo e não terminem como o meu. Sinceramente, continuo desejando isso e sempre desejarei.

Mas é que, ao tentar um novo dilatador (o penúltimo da escala, de cor lilás), não consegui. Eu sei que tenho de ter paciência, e tenho tido. Mas dá uma frustração, sabe? Diante das últimas conquistas, eu pensava mesmo que passaria por mais essa etapa facilmente. E não foi assim.

Fiz os exercícios com os dois dilatadores menores que esse novo, usando gel lubrificante. Tudo tranquilo. Só que, ao tentar o tal dilatador, a "parede" se formou. Não entrou nada. Fiquei calma, pensei positivo e tudo mais, tentei de várias formas, mas não foi mesmo.

Aí, voltei nos dilatadores anteriores, consegui fazer os exercícios com eles, e de volta ao maior não entrou. Acabei terminando os exercícios e volto a tentar amanhã.

Era isso que queria contar a vocês. E, pensando bem, preciso aceitar que nem tudo é de primeira (o que chega a ser uma ironia, pensando em quanto já tentei). Momentos difíceis vão continuar acontecendo, no meio de outros bons. E eu não posso me deixar vencer. Nunca. E nem vocês.


Bjs

quarta-feira, 14 de abril de 2010

E como eles devem agir?

Amigas e amigo,

Sim, isso mesmo: pela primeira vez (que eu saiba), este blog recebeu a visita de um homem, companheiro de uma mulher que tem vaginismo. Companheiro no real sentido da palavra, pelo que pude perceber no comentário deixado no post anterior.

Já falei aqui sobre os homens de mulheres com vaginismo (veja post feito em 19/12 que se chama "O parceiro"). Sei que sofrem muito, embora seja um sofrimento diferente do nosso, claro. Mas a angústia e a frustração fazem parte da rotina deles também.

O amigo perguntou como proceder, o que fazer. Eu não tenho resposta pronta, técnica pra isso. Mas uma coisa eu sei: apoio é fundamental. Apoiar a sua companheira, conhecer o que é vaginismo, entender que não é algo que só ela tem (como eu e muitas chegamos a pensar!), que é um problema que afeta a muitas mulheres que sofrem caladas. E que não é frescura: é uma contração involuntária, algo que nem nós sabemos por que acontece.

Ir a médicos e terapeutas com ela (ou dela, em momento separado, se assim o casal preferir), ajudar nos exercícios físicos e psicológicos e buscar informação na internet e em blogs como esse ajudam muito. Penso que se meu ex-marido tivesse tentado entender o que eu passava/passo teríamos nos unido em prol da superação e, consequentemente, de uma vida feliz.

Em tese, pode até ser que o problema do vaginismo seja da mulher. Mas a luta pela cura não precisa ser somente nossa. E todos nós sabemos, amigo e amigas, que uma conquista a dois é muito melhor do que uma vitória solitária.

Amigo, conte sempre conosco. Se quiser falar em particular (embora aqui o anonimato seja garantido e tenhamos formado realmente uma rede de amizade e partilha, acolhimento), fique à vontade. O e-mail é amorperfeito92@gmail.com.


Bjs a todos!

Acho prudente dizer

Amigas,

Aproveitando as perguntas sobre os kits, acho que é legal falar: não faço propaganda ou apologia dos dilatadores. Acho sempre bom que se procure ajuda profissional (de ginecologista, principalmente) pra se tratar de vaginismo.

No meu caso, procurei a ginecologista, que como todas sabem me "vendeu" a ideia de que com a retirada do hímem meu problema estaria resolvido (quem me dera). Só depois procurei uma sexóloga que me explicou dos exercícios e falou sobre esses kits, que, muito tempo depois, encontrei.

Encontrei, encomendei, esperei, reencomendei, esperei de novo e veio. E pra mim tem sido ótimo. Porque, apesar de estar consciente de que não estou tratando a causa, o que me gerou isso, me dá confiança de que não sou "fechada", que aos poucos vou conseguir introduzir algo semelhante a um pênis, como qualquer mulher comum. A cada etapa vencida, sinto menos medo. Tenho vivenciado isso na prática.

Os dilatadores, aos poucos, me mostram que sou capaz. Sinceramente não sei como será caso eu venha a ter um relacionamento. Se vou "travar". Mas com certeza estarei mais segura por saber que algo pode ser introduzido em mim (há alguns meses, temia que isso nunca me acontecesse).

É isso, gente! Pra mim, os dilatadores funcionaram. Pra mim, que estou sem parceiro e sem grana pra terapia, o investimento de US$ 85,00 (R$ 150,00 mais ou menos) e R$ 130,00 (Correios) valeu a pena. Foi meu presente de Natal pra mim mesmo. E foi melhor do que eu poderia imaginar (só não é melhor porque eu tenho falhado na frequência dos exercicios...).

Bjs, meninas

domingo, 11 de abril de 2010

IstoÉ... muito esclarecedor!

Vale a pena ler:
http://www.istoe.com.br/reportagens/detalhePrint.htm?idReportagem=3960&txPrint=completo

sábado, 10 de abril de 2010

E mais uma etapa (dilatador) vencida(o)




Meninas,

Tudo bem? Eu vou mais devagar do que gostaria, mas consegui vencer mais um dilatador: o quarto da minha escala. Continuo sem lubrificante, por isso não foi fácil, fácil, mas deixei o dilatador na água morna um bom tempo, me concentrei e aos poucos foi.

A cada exercício, faço pelo menos com o dilatador anterior pra não desanimar. Desta vez, fiz com os dois anteriores. E até o terceiro foi difícil de introduzir. Mas eu estava com um pensamento firme: "Eu vou conseguir". "Vai entrar" "A vagina é feita pra isso..."

E foi. Esse dilatador "novo" na minha rotina até doeu um pouco quando já estava lá dentro (deve ser porque é mais comprido), mas eu pensei: "Daqui a pouco eu não vou nem lembrar que está aí dentro" e foi assim mesmo...

Agora só faltam dois nessa escala do kit. E eu quero fazer exercícios mais frequentes, não esperar tanto entre as sessões. E vou fazer isso. E comprar lubrificante, claro.

Bjs, meninas, e não sumam!

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Saudade... e feliz Páscoa!

Meninas,

Passo por aqui pra confessar a saudade que venho sentindo dos tempos em que "conversávamos" mais. Espero que essa calmaria em nossos blogs seja apenas resultado da correria do dia a dia e que esteja tudo bem com todas vcs!

Bjs e uma Páscoa bem doce