terça-feira, 16 de outubro de 2012

Cura aos 55 anos

De novo garimpando informações, achei o resumo de um trabalho médico. Relata que uma mulher de 55 anos, nunca penetrada, foi curada. O texto e o link estão abaixo.




VAGINISMO PRIMÁRIO EM MULHER CLIMATÉRICA CASADA HÁ 29 ANOS - RELATO DE CASO

Autor(es): Oliveti EMP; Oliveti A;
Apresentador(a): Elza Maria Panka Oliveti

Introdução: Vaginismo pode causar intensa frustraçao na mulher e problemas relacionais, podendo gerar inclusive anulação do casamento devido matrimonio não consumado,caso não seja diagnosticado e tratado(1).Define-se como espasmo involuntário recorrente ou persistente do terço externo da vagina que interfere no intercurso sexual (2).Essas mulheres tem crenças erroneas sobre sua vagina e ideação de dor catastrófica (3).O constrangimento da mulher dificulta e adia o problema , o que suscita ao médico que além do exame ginecologico que confirma o espasmo vaginal (4) , faça perguntas adequadas e encaminhamento correto (5).O climatério com repercussoes vaginais pode agravar o problema dessas mulheres já sofridas,por isso a bordagem multidisciplinar é a conduta atual mais indicada(6).
Relatamos caso de diagnóstico tardio de vaginismo primário em mulher menopausada de 55 anos, casada há 29 anos , residente em Maringá. Queixava-se de não conseguir ter relação sexual completa,“parece que uma tora vai entrar em mim”. Apesar de ter passado muitos anos nesta situação,o que levou-a a adotar 3 filhos, ainda “sentia desejo de realização sexual “,já que, sendo climatérica, uma gestação não seria mais possivel. Descobriu o que tinha somente há 3 anos, apesar de antes ter consultado vários médicos. Buscou então,uma psicóloga, mas também não obteve resultado. Conta que sofreu abuso sexual de um primo adulto, e castigos severos da mãe quando na infância sentiu prazer no genital . Ouviu na infância sua mãe contar que teve muita dor e “ele foi um cavalo” referindo-se ao marido nas nupcias. Ao exame, apresentava , vaginite hipotrofica e espasmo vaginal que impedia exame especular.Realizadas nove sessões de terapia sexual (8) e vinte sessões de fisioterapia perineal. Utilizamos dilatação digital progressiva de vagina(7,9 ) e com dilatador de silicone e terapia racional emotiva comportamental. Após 3 meses , iniciou coito vaginal satisfatório e alta.
Objetivo: relatar o caso que chama a atenção pelo tempo que essa paciente manteve-se casada nesta condição. Destaca-se a falta de diagnóstico e encaminhamento médico adequados.



Link: http://www.sulbrasileiro2012.com.br/trabalhos/trabalho_aprovado.php?id_trabalho=9789&ev=1

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Curso para tratar vaginismo

Garimpo informações sobre vaginismo quase que diariamente. E encontrei divulgação de um curso para formar pessoas para tratar quem tem esse problema. Isso é maravilhoso. Nem sei como classificar essa iniciativa. Será que finalmente estão percebendo quantas mulheres sofrem em silêncio? Que somos em número muito maior do que imaginam? Quero tanto que a mídia divulgue mais isso tudo para que outras mulheres não esperem e percam tanto tempo quanto eu.

Bem, o link do curso é este: http://eli-fernandes.blogspot.com.br/2012/10/para-tratar-vaginismo-sao-paulo-01-de.html.

Vou tentar contato para saber mais.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Exercícios com o dedo

Olá a todos!

Sempre resisti a fazer exercícios com o dedo, mas tenho feito (com menos frequência do que deveria) e já consegui introduzir dois. Não sinto dificuldade na penetração em si, mas tenho que cortar mais minhas unhas (machuca). A posição pra conseguir eu mesma me penetrar é ruim (mau jeito). Por isso prefiro mesmo os dilatadores que tenho. Mas por enquanto vou persistir na história do dedo.

Penso também em voltar à sexóloga e começar a fisioterapia. Resisto porque acho que conseguirei sozinha. Não acho que isso seja certo, na verdade. Tenho que decidir logo isso e me curar.


Outra coisa que quero falar aqui é sobre um texto que encontrei sobre vaginismo. É num site português - http://health-saude.blogspot.com.br/2012/10/tratar-o-vaginismo.html.

Abraços a todos e todas. Cura, cura, cura.