sexta-feira, 4 de março de 2016

Atualizando vocês... e a mim mesma

Olá todos!

Quanto tempo! Mas estou de volta para dizer que está tudo bem, na vida em geral, e no sexo também (indo direto ao assunto aqui, sem blá blá blá)... rs

Estou namorando, e fazendo umas coisas que nunca imaginei. Fantasias realizadas, posições ... ok, vou poupar vocês dos detalhes (querem saber, né?) Mas o importante é mostrar que uma ex-vagínica é capaz de tantas coisas...
Gozo menos do que gostaria, mas sei que preciso encontrar minha chave na hora h. Estou pensando nisso.

Sobre vaginismo , ando meio desatualizada, mas com vontade de pesquisar. E vejo que não se fala no tema. Fico triste com isso.

Bem, me fale de vocês também.

Feliz por voltar. E já sei até o tema do próximo post .

Beijos e até logo.

sábado, 2 de maio de 2015

Ser ou não ser sexy? Eis a questão???

Meu namoro terminou há alguns meses e deixou muitos momentos legais, aprendizados, mas também uma herança triste: o ex disse que já não sentia tesão algum por mim. Foi um soco no estômago. Mais uma vez me veio aquela imagem de mulher sem sensualidade. E eu fiquei com isso martelando minha cabeça. Mas o outro é que determina se a gente é sexy?

Na minha opinião, isso tem a ver com autoestima, assunto chave pra vida, em seus vários aspectos (amor, trabalho, família...), e talvez mais ainda pra quem tem vaginismo.

Autoestima é estimar-se, saber seu valor, ter amor por si mesma. A gente precisa se olhar mais, reconhecer nossa própria beleza, colocar um vestido pra namorar a si mesma (o mesmo vale pra um bom batom sem que ninguém vá beijá-la e uma lingerie sexy sem que haja intenção de transar com alguém). A gente precisa se amar. Ter certeza de como é bom amar a gente.

No meu caso recente, ficou claro que eu não tinha essa certeza. Por isso, quando ele me disse "não sinto tesão por vc" vesti a carapuça da culpa e da falta de autoestima, sentimentos que eu também tinha quando não conseguia ser penetrada.

Eu, nesses tempos, me considerava menos sensual do que outras mulheres, menos sexy. Hoje acho que também era uma autossabotagem. Mas falo: a mulher com vaginismo é sim sensual e sexy. E ter essa convicção é superimportante também na busca na cura. Pode ser uma ferramenta e tanto, porque dá mais vontade de realizar a tão sonhada penetração e depois usufruir dela. Você precisa entender que essa ideia deve ter a ver com você, não atrele essa classificação a outra pessoa.

Tenho muito a aprender sobre autoestima. Depois do ex, só recuperei a ideia de ser sexy depois de ficar com homens que me mostraram que eu sou assim (todos me chamaram de "gostosa"... Confesso que é uma delícia ouvir isso!!!). Mas não posso depender deles pra saber disso. Eu tenho que me sentir, me achar, me amar. Tenho muito o que aprender. E vc?

Autoestima é vida, faz parte dela, é fundamental pra nós, pra cura. E deve depender de NÓS!!!!


Beijos. Rumo à cura.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Eu voltei!

Eu voltei... E agora pra ficar... Amigas e amigos, sei que minha última sumida aqui do blog foi longa. Vida corrida, ela é a culpada. Mas estou aqui pra saber de vocês e tentar contribuir um pouco mais nessa luta rumo à cura.

Sei que novas visitas apareceram e logo vão relatar seus resultados positivos aqui. Sejam muito bem-vindas!

A cura está próxima! Exercícios, fisioterapia, vontade e ela virá em breve!!! Tenho certeza disso!

Já tenho assunto para o próximo post: ter autoestima e ser sexy tem mais a ver como você ou com o que o outro acha de você?

Até breve.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Informação no YouTube

Olá!

Eu sempre procurei informações sobre vaginismo em vários canais de comunicação. Sempre digo que minha principal luta é colocar o assunto na mídia, porque, embora a internet seja essa imensa rede, nenhum veículo de comunicação fala a respeito de vaginismo, e o conhecimento sobre o tema continua restrito a quem já sabe que sofre dele.

O YouTube é outra ferramenta importante. Hoje, encontrei este vídeo.

Outros tantos, alguns em outros idiomas, também estão disponíveis. Vale a pena ver.


Abraço pra minhas amigas e amigos. E sigam sempre em busca da cura, porque ela está cada vez mais próxima.

terça-feira, 20 de maio de 2014

E eu já nem me lembro do que passei...

Olá a todas(os)!

Eu hoje me peguei pensando que, oito meses depois da cura, nem consigo me lembrar direito do vaginismo. Ano após ano, eu dizia que no ano seguinte não viveria mais tendo que lidar com isso, estivesse eu sozinha ou acompanhada. De repente, me peguei com este pensamento: 2014 é de fato meu primeiro novo ano sem ter vaginismo, sem viver esse segredo que tanto me angustiava.

Confesso (e vcs podem comprovar por postagens antigas deste blog) que várias vezes pensei em desistir e imaginava: Vai ver que comigo é isso mesmo, a vida me quis assim, e eu não vou conhecer a sensação do sexo completo. Não pensem isso!!! A cura é totalmente possível, mas requer um caminho rumo a ela. Caminho de aprendizado, de abertura (engraçada essa palavra), de ação.

Abertura é uma metáfora importante, que também relembrei dia desses numa conversa com meu namorado. Uns 2 anos atrás, eu ainda era completamente fechada. Não sorria muito, não conversava com homens "estranhos" (que não eram conhecidos ou MUITO conhecidos de conhecidos). Era uma forma de afastar de todas as possibilidades. Essa é minha análise hoje. Eu fugia.

Não fujam, amigas(os). O vaginismo exige trabalho. Mas vale muito a pena o resultado.

Beijos. Falem, troquem ideias e tirem dúvidas aqui.

terça-feira, 15 de abril de 2014

A chave é não ter medo

Olá para todas e todos!

Volto e voltarei sempre aqui no blog, porque quero ouvir mais e mais relatos de cura. Realmente tenho lido vários, e como isso é bom. A cura existe mesmo!!

A chave da cura do vaginismo é não ter medo. É só isso que posso pensar depois de ter sido vagínica por uma eternidade e sentir que vivo outra eternidade sete meses depois, com uma vida sexual ativa e plena. Aliás, uma consideração: a chave da vida, de forma geral, é não ter medo. É tentar, lutar, dar a cara pra bater, crescer.

Voltando ao vaginismo: tenha em mente que fazer exercícios é importante. Terapia, ok. Oração, ok. Mas faça exercícios. Porque com eles, aos poucos, entendemos que nossa vagina pode e deve receber um pênis, que não dói e que ela foi feita para isso. É a tal dessensibilização. Isso: mostrar a nós mesmas que a vagina não é essa sensiblidade toda não. Tá ali para aguentar o sexo, dar conta dele. Sensibilidade pra sentir prazer, ok. Mas não vamos imaginar que é um cristal pronto pra quebrar caso seja tocada. É elástica e forte suficientemente para uma relação gostosa.

E vocês têm se exercitado? Tem que ser sempre, todo dia de preferência. Sua cura está próxima! Não aumente esse caminho até ela.


Beijos para todos. Volto logo, eu prometo (e darei mais um testemunho da minha vida pós-cura)






terça-feira, 4 de março de 2014

Exercícios até na folia

Olá, amigas e amigos!

Eu sei que o carnaval já está acabando, mas vale a pena lembrar: é preciso fazer exercícios com dilatadores e afins até mesmo durante as folgas, os feriados... E em tempos de folia é até melhor, viu? Vale a pena vestir as fantasias todas e ao mesmo tempo liberá-las! Tem que inovar, sensualizar ainda mais... ô, delícia!

Vamos lutar contra o vaginismo. A cura existe e está cada vez mais próxima (ainda mais para quem a persegue)!

Beijos pra vcs.