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Você tem pesquisado? Você tem SE pesquisado?

Olá a todos e todas! Venho ao blog para provocar. Isso mesmo, para perguntar. A ideia é saber o quanto você tem pesquisado sobre vaginismo, em que locais, de que forma, com qual frequência. E mais do que isso. Quero que você pense sobre o quanto você tem pesquisado sobre você mesma, porque é isso que levará a cura. Ela existe, sempre digo, sempre direi. Mas não é magia. É necessário investir nesse caminho, nesse processo, em você mesma, no seu gozo, na sua cura. É preciso que você saiba como seu corpo funciona, saber que ele é pleno. Saber por que sua mente e seu corpo evitam a penetração vaginal. O que leva você a ESTAR assim? É um trauma? É medo? Ou melhor: é APENAS medo? Sim, porque ele pode e será superado, mas você precisa querer e agir para isso. Você tem pesquisado sobre vaginismo? VOCÊ TEM PESQUISADO SOBRE VOCÊ MESMA PARA SUPERAR O VAGINISMO? Beijos e rumo à cura.

Gozei na terapia orgástica

Oi a todas e todos! Terapia orgástica foi realmente uma descoberta na minha vida. Entender como é possível gozar somente com as sensações do corpo, as estimulações, os toques... Essa experiência foi vivida na Casa Prazerela, da qual falei no último post (não patrocinado, vale destacar de novo). A casa fica em SP, e eu soube mais sobre ela e a terapia via internet (YouTube, Instagram...). Um dia, em viagem a SP, marquei via WhatsApp. Por sorte, havia uma vaga para aquele mesmo dia. E fui. Sozinha e de Uber. Cheguei, e de cara a casa me encantou. Tudo lá é lindo. Na entrada, placas pequeninas indicam que é ali mesmo, sem dizer o que é. Fofo e delicado. E forte e respeitoso. Como a terapia.  A casa por dentro é ainda mais marcante. Tem cara de residência mesmo, com pufes, tapetes... a cozinha é linda. E há um espaço tipo lojinha, com livros, bolsas e lenços voltados à temática da sexualidade e afins; modelos de clitóris em tamanho real, feitos de plástico, para a gente entende...

Autoestima e vaginismo. Autoestima e não vaginismo. Vamos trabalhar isso!

Olá a todas e todos! Estou aqui pensando sobre autoestima. A minha não está lá essas coisas, nem sei se um dia de fato foi algo... Mas como é importante! Querer-se bem, e mais do que isso saber-se o que se é, seu próprio potencial tem tudo a ver com vida em todos os campos: pessoal, emocional, psicológico, afetivo, sexual, profissional, familiar... TUDO. Quando eu tinha vaginismo tinha clareza quanto à minha falta de autoestima. Eu me achava menos mulher do que qualquer outra, não era considerada feia (conceito bem relativo, aliás), mas sempre me via assim...  E não conseguir ter uma penetração era algo que só aumentava o chicote de mim contra minha mesma, além de entregar o chicote na mão do homem que estava comigo. E isso não ajudava em nada na minha cura. E hoje, sem vaginismo, ainda sinto o impacto da baixa autoestima em vários campos da vida, inclusive no sexual. Não lutar pelo meu orgasmo, por exemplo. Não conseguir gozar sempre. Não batalhar pelo sexo que eu quero, ...

Vamos viver tudo o que há para viver. Vamos nos permitir!

Hoje li uma reportagem sobre mulheres no Japão (link abaixo, o texto está em espanhol). Um estudo indica que, no país, um quarto das mulheres com idade entre 18 e 39 anos nunca fez sexo. Isso me trouxe à mente o quanto o conservadorismo, o puritanismo e o fato de ser reservada demais influencia na vida sexual da gente, em qualquer lugar deste planeta. Até o romantismo exagerado, esse amor romântico, muito cuidadoso e pouco sexual, pode ser um componente para a questão que conhecemos de perto, a de não aproveitar o sexo. De fazer do sexo um tabu, de anular essa parte tão importante da nossa existência. De tantos relatos que já li sobre vagínicas, muitos dizem respeito a repressão provocada pela família, pela religião e em consequência pelas próprias mulheres. A boa notícia é que sempre há tempo de mudar isso. Analisar a si mesma, fazer terapia, conversar com outras mulheres que passam pelo problema são algumas das opções para criar um novo cenário, um cenário de libertação sexual e d...

Na luta sempre

Olá a todas e todos! Quanto tempo! Fiquei mesmo longe e nem sei dizer por que fiz e faço isso. Sinto que não é só a vida. Talvez o vaginismo esteja realmente no passado e isso é muito bom. Muito mesmo. E sou grata inclusive a mim mesma por ter superado. E quero que saibam sempre que a sua cura também está próxima. Só é preciso correr atrás, e se exercitar TODO dia. Dilatadores, cotonetes, dedos. Leitura, ação. TODO dia. No meu caso, outros fantasmas assombram. Hoje em dia é a falta de gozo. Sim, não sinto orgasmo quase nunca. E a autoestima também é um problema, porque está em baixa. Hoje, tenho um relacionamento que já dura alguns anos. Fazemos bastante sexo, de formas que nunca imaginei. Uma superação imensa para uma ex-vagínica. Mas poucas vezes eu tenho orgasmos, mesmo quando estou sozinha. Penso se é só comigo e ando pesquisando a respeito. Muitas mulheres não gozam. Por que será afinal, eu me pergunto. Continuem pesquisando sobre vaginismo e agindo para superá-lo. Superar...