sexta-feira, 27 de junho de 2014

Informação no YouTube

Olá!

Eu sempre procurei informações sobre vaginismo em vários canais de comunicação. Sempre digo que minha principal luta é colocar o assunto na mídia, porque, embora a internet seja essa imensa rede, nenhum veículo de comunicação fala a respeito de vaginismo, e o conhecimento sobre o tema continua restrito a quem já sabe que sofre dele.

O YouTube é outra ferramenta importante. Hoje, encontrei este vídeo.

Outros tantos, alguns em outros idiomas, também estão disponíveis. Vale a pena ver.


Abraço pra minhas amigas e amigos. E sigam sempre em busca da cura, porque ela está cada vez mais próxima.

terça-feira, 20 de maio de 2014

E eu já nem me lembro do que passei...

Olá a todas(os)!

Eu hoje me peguei pensando que, oito meses depois da cura, nem consigo me lembrar direito do vaginismo. Ano após ano, eu dizia que no ano seguinte não viveria mais tendo que lidar com isso, estivesse eu sozinha ou acompanhada. De repente, me peguei com este pensamento: 2014 é de fato meu primeiro novo ano sem ter vaginismo, sem viver esse segredo que tanto me angustiava.

Confesso (e vcs podem comprovar por postagens antigas deste blog) que várias vezes pensei em desistir e imaginava: Vai ver que comigo é isso mesmo, a vida me quis assim, e eu não vou conhecer a sensação do sexo completo. Não pensem isso!!! A cura é totalmente possível, mas requer um caminho rumo a ela. Caminho de aprendizado, de abertura (engraçada essa palavra), de ação.

Abertura é uma metáfora importante, que também relembrei dia desses numa conversa com meu namorado. Uns 2 anos atrás, eu ainda era completamente fechada. Não sorria muito, não conversava com homens "estranhos" (que não eram conhecidos ou MUITO conhecidos de conhecidos). Era uma forma de afastar de todas as possibilidades. Essa é minha análise hoje. Eu fugia.

Não fujam, amigas(os). O vaginismo exige trabalho. Mas vale muito a pena o resultado.

Beijos. Falem, troquem ideias e tirem dúvidas aqui.

terça-feira, 15 de abril de 2014

A chave é não ter medo

Olá para todas e todos!

Volto e voltarei sempre aqui no blog, porque quero ouvir mais e mais relatos de cura. Realmente tenho lido vários, e como isso é bom. A cura existe mesmo!!

A chave da cura do vaginismo é não ter medo. É só isso que posso pensar depois de ter sido vagínica por uma eternidade e sentir que vivo outra eternidade sete meses depois, com uma vida sexual ativa e plena. Aliás, uma consideração: a chave da vida, de forma geral, é não ter medo. É tentar, lutar, dar a cara pra bater, crescer.

Voltando ao vaginismo: tenha em mente que fazer exercícios é importante. Terapia, ok. Oração, ok. Mas faça exercícios. Porque com eles, aos poucos, entendemos que nossa vagina pode e deve receber um pênis, que não dói e que ela foi feita para isso. É a tal dessensibilização. Isso: mostrar a nós mesmas que a vagina não é essa sensiblidade toda não. Tá ali para aguentar o sexo, dar conta dele. Sensibilidade pra sentir prazer, ok. Mas não vamos imaginar que é um cristal pronto pra quebrar caso seja tocada. É elástica e forte suficientemente para uma relação gostosa.

E vocês têm se exercitado? Tem que ser sempre, todo dia de preferência. Sua cura está próxima! Não aumente esse caminho até ela.


Beijos para todos. Volto logo, eu prometo (e darei mais um testemunho da minha vida pós-cura)






terça-feira, 4 de março de 2014

Exercícios até na folia

Olá, amigas e amigos!

Eu sei que o carnaval já está acabando, mas vale a pena lembrar: é preciso fazer exercícios com dilatadores e afins até mesmo durante as folgas, os feriados... E em tempos de folia é até melhor, viu? Vale a pena vestir as fantasias todas e ao mesmo tempo liberá-las! Tem que inovar, sensualizar ainda mais... ô, delícia!

Vamos lutar contra o vaginismo. A cura existe e está cada vez mais próxima (ainda mais para quem a persegue)!

Beijos pra vcs.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Novo blog, rumo à cura

Já falei disso aqui algumas vezes: quando criei este blog, em setembro de 2009, não tinha ideia de quantas outras mulheres sofriam com vaginismo e muito menos de quantos espaços parecidos surgiriam na internet com o mesmo objetivo. A partir daqui, conheci outras histórias, de mulheres e homens, muitos blogs, muitas especialistas rumo à cura. E outro conheci hoje: o blog Vaginismo, rumo à cura. Nele, há relatos de progresso de psico e fisioterapia, episódios que muitas de nós vivemos (no presente ou no passado). Sempre é válida a troca de experiência (não me canso de bater nessa tecla).

Beijos a todas e todos

A cura existe. E está próxima!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Guia de exercícios (e persistência)

Gente,

Tudo bem? Quero voltar a um assunto de muita importância na questão do vaginismo: a persistência. Todas nós conhecemos a vontade da mulher que vive esse problema, a vontade de se curar. Mas também conhecemos a dificuldade de vencer o medo da dor na hora da penetração.

Bem, a saída é a persistência. Penso, inclusive, que é o único caminho. Porque é com as tentativas de penetração, aliadas ao pensamento de que o sexo é algo natural e maravilhoso, que se chega à cura. Por isso é importante fazer os exercícios de dilatação, seja com os dedos, seja com dilatadores, com cotonetes...

Exercite-se diariamente. Que tal montar um programa para isso? É algo bem pessoal, mas vou dar umas sugestões agora, um passo a passo:

1) Entre no clima. No meu caso, sempre preferi pensar coisas sensuais/sexies. Vestia até uma lingerie legal, como se realmente fosse fazer sexo com alguém. E me tocava, descobria o que mais gostava, tudo muito envolvente e excitante.

2) Antes da penetração, respire. Puxe o ar com calma, lá do fundo, expire. Faça isso várias vezes para diminuir a ansiedade. Relaxe mesmo.

3) Se você não consegue introduzir nada nada, comece com o cotonete. Lambuze-o bem com gel lubrificante (KY é mesmo o melhor, na minha opinião, mas pode ser de outra marca) e encontre a melhor posição para introduzi-lo. No meu caso, eu preferia ficar de pé, com uma das pernas sobre o vaso sanitário/cama. Se achar melhor, use espelho (eu não usava, ia testando devagar a entrada da vagina, porque ela não é reta!).

4) Durante a introdução do cotonete (ou dedo ou dilatador), eu pensava que a vagina era feita para receber um pênis, tinha elasticidade. Há um buraco ali, pra isso mesmo. Quando doía eu parava, mas não retirava o objeto. Respirava de novo e pensava: "A vagina é feita para isso. Eu vou conseguir mais um pouco". E seguia.

5) Não consegui, claro, tudo o que queria de uma vez. Mas no dia seguinte continuava. Por várias vezes, fiz intervalos longos entre uma tentativa e outra. Sugiro que sejam mais persistentes que eu (que já consegui a cura!!!). Vocês conseguirão num tempo ainda menor que o meu, tenho certeza.

6) Venceu o medo com o cotonete? Tente um dedo. Superou a dificuldade com um dialator? Faça o exercício com outro maior. E por aí vai, até chegar a vez do pênis! E siga sempre contando com uma atmosfera sexy, de sedução, feminilidade. Vale muito a pena!


A cura existe!

Abraços pra todas(os)

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Site sobre dispaurenia

Uma jovem nova leitora deste blog, Clarisse, deixou recado: criou um blog pra lutar contra a dor durante o sexo. Então, eis o endereço para visitarmos e ajudarmos mais e mais gente: http://superandoadispareunia.blogspot.com.br.

E vocês? Como estão? Deixem mensagens, dúvidas e um recadinho. Abraço.