terça-feira, 15 de abril de 2014

A chave é não ter medo

Olá para todas e todos!

Volto e voltarei sempre aqui no blog, porque quero ouvir mais e mais relatos de cura. Realmente tenho lido vários, e como isso é bom. A cura existe mesmo!!

A chave da cura do vaginismo é não ter medo. É só isso que posso pensar depois de ter sido vagínica por uma eternidade e sentir que vivo outra eternidade sete meses depois, com uma vida sexual ativa e plena. Aliás, uma consideração: a chave da vida, de forma geral, é não ter medo. É tentar, lutar, dar a cara pra bater, crescer.

Voltando ao vaginismo: tenha em mente que fazer exercícios é importante. Terapia, ok. Oração, ok. Mas faça exercícios. Porque com eles, aos poucos, entendemos que nossa vagina pode e deve receber um pênis, que não dói e que ela foi feita para isso. É a tal dessensibilização. Isso: mostrar a nós mesmas que a vagina não é essa sensiblidade toda não. Tá ali para aguentar o sexo, dar conta dele. Sensibilidade pra sentir prazer, ok. Mas não vamos imaginar que é um cristal pronto pra quebrar caso seja tocada. É elástica e forte suficientemente para uma relação gostosa.

E vocês têm se exercitado? Tem que ser sempre, todo dia de preferência. Sua cura está próxima! Não aumente esse caminho até ela.


Beijos para todos. Volto logo, eu prometo (e darei mais um testemunho da minha vida pós-cura)






2 comentários:

  1. Boa noite, tenho 19 anos e tem 1 ano e 6 meses que estou namorando. as tentativas começaram por volta dos 3 ou 4 meses, sempre dando errado, achei que fosse medo da primeira vez, por fim eu achei sobre o vaginismo na internet e enrolei 4 meses pra procurar um médico, por puro medo de receber um diagnostico ruim, Hj faço fisioterapia e tento me curar.

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    1. Oi! Faz muito bem em procurar ajuda logo. Quanto mais cedo fizer isso, se exercitar, se buscar conhecer será mais rápida a cura. Conte com o blog e tire suas dúvidas sempre. Logo seu relato de cura estará por aqui. Abraço

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