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Ser ou não ser sexy? Eis a questão???

Meu namoro terminou há alguns meses e deixou muitos momentos legais, aprendizados, mas também uma herança triste: o ex disse que já não sentia tesão algum por mim. Foi um soco no estômago. Mais uma vez me veio aquela imagem de mulher sem sensualidade. E eu fiquei com isso martelando minha cabeça. Mas o outro é que determina se a gente é sexy? Na minha opinião, isso tem a ver com autoestima, assunto chave pra vida, em seus vários aspectos (amor, trabalho, família...), e talvez mais ainda pra quem tem vaginismo. Autoestima é estimar-se, saber seu valor, ter amor por si mesma. A gente precisa se olhar mais, reconhecer nossa própria beleza, colocar um vestido pra namorar a si mesma (o mesmo vale pra um bom batom sem que ninguém vá beijá-la e uma lingerie sexy sem que haja intenção de transar com alguém). A gente precisa se amar. Ter certeza de como é bom amar a gente. No meu caso recente, ficou claro que eu não tinha essa certeza. Por isso, quando ele me disse "não sinto tesão p...

Eu voltei!

Eu voltei... E agora pra ficar... Amigas e amigos, sei que minha última sumida aqui do blog foi longa. Vida corrida, ela é a culpada. Mas estou aqui pra saber de vocês e tentar contribuir um pouco mais nessa luta rumo à cura. Sei que novas visitas apareceram e logo vão relatar seus resultados positivos aqui. Sejam muito bem-vindas! A cura está próxima! Exercícios, fisioterapia, vontade e ela virá em breve!!! Tenho certeza disso! Já tenho assunto para o próximo post: ter autoestima e ser sexy tem mais a ver como você ou com o que o outro acha de você? Até breve.

Informação no YouTube

Olá! Eu sempre procurei informações sobre vaginismo em vários canais de comunicação. Sempre digo que minha principal luta é colocar o assunto na mídia, porque, embora a internet seja essa imensa rede, nenhum veículo de comunicação fala a respeito de vaginismo, e o conhecimento sobre o tema continua restrito a quem já sabe que sofre dele. O YouTube é outra ferramenta importante. Hoje, encontrei este vídeo . Outros tantos, alguns em outros idiomas, também estão disponíveis. Vale a pena ver. Abraço pra minhas amigas e amigos. E sigam sempre em busca da cura, porque ela está cada vez mais próxima.

E eu já nem me lembro do que passei...

Olá a todas(os)! Eu hoje me peguei pensando que, oito meses depois da cura, nem consigo me lembrar direito do vaginismo. Ano após ano, eu dizia que no ano seguinte não viveria mais tendo que lidar com isso, estivesse eu sozinha ou acompanhada. De repente, me peguei com este pensamento: 2014 é de fato meu primeiro novo ano sem ter vaginismo, sem viver esse segredo que tanto me angustiava. Confesso (e vcs podem comprovar por postagens antigas deste blog) que várias vezes pensei em desistir e imaginava: Vai ver que comigo é isso mesmo, a vida me quis assim, e eu não vou conhecer a sensação do sexo completo. Não pensem isso!!! A cura é totalmente possível, mas requer um caminho rumo a ela. Caminho de aprendizado, de abertura (engraçada essa palavra), de ação. Abertura é uma metáfora importante, que também relembrei dia desses numa conversa com meu namorado. Uns 2 anos atrás, eu ainda era completamente fechada. Não sorria muito, não conversava com homens "estranhos" (que não...

A chave é não ter medo

Olá para todas e todos! Volto e voltarei sempre aqui no blog, porque quero ouvir mais e mais relatos de cura. Realmente tenho lido vários, e como isso é bom. A cura existe mesmo!! A chave da cura do vaginismo é não ter medo. É só isso que posso pensar depois de ter sido vagínica por uma eternidade e sentir que vivo outra eternidade sete meses depois, com uma vida sexual ativa e plena. Aliás, uma consideração: a chave da vida, de forma geral, é não ter medo. É tentar, lutar, dar a cara pra bater, crescer. Voltando ao vaginismo: tenha em mente que fazer exercícios é importante. Terapia, ok. Oração, ok. Mas faça exercícios. Porque com eles, aos poucos, entendemos que nossa vagina pode e deve receber um pênis, que não dói e que ela foi feita para isso. É a tal dessensibilização. Isso: mostrar a nós mesmas que a vagina não é essa sensiblidade toda não. Tá ali para aguentar o sexo, dar conta dele. Sensibilidade pra sentir prazer, ok. Mas não vamos imaginar que é um cristal pronto pra q...

Exercícios até na folia

Olá, amigas e amigos! Eu sei que o carnaval já está acabando, mas vale a pena lembrar: é preciso fazer exercícios com dilatadores e afins até mesmo durante as folgas, os feriados... E em tempos de folia é até melhor, viu? Vale a pena vestir as fantasias todas e ao mesmo tempo liberá-las! Tem que inovar, sensualizar ainda mais... ô, delícia! Vamos lutar contra o vaginismo. A cura existe e está cada vez mais próxima (ainda mais para quem a persegue)! Beijos pra vcs.

Novo blog, rumo à cura

Já falei disso aqui algumas vezes: quando criei este blog, em setembro de 2009, não tinha ideia de quantas outras mulheres sofriam com vaginismo e muito menos de quantos espaços parecidos surgiriam na internet com o mesmo objetivo. A partir daqui, conheci outras histórias, de mulheres e homens, muitos blogs, muitas especialistas rumo à cura. E outro conheci hoje: o blog Vaginismo, rumo à cura . Nele, há relatos de progresso de psico e fisioterapia, episódios que muitas de nós vivemos (no presente ou no passado). Sempre é válida a troca de experiência (não me canso de bater nessa tecla). Beijos a todas e todos A cura existe. E está próxima!