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Prazer... ela !

Olá a todas e todos! Venho falar de uma casa especial (este post não é patrocinado, nada aqui no blog é ou foi). É a Casa Prazerela, que completa 2 anos e fica em SP capital. Conheci o trabalho dela via YouTube. E comecei a seguir nas redes sociais (Instagram principalmente). Foi amor à primeira vista.  Falar às mulheres sobre seu potencial orgástico, sexual... oferecer informação, troca de experiências e ideias, promover terapia orgástica, fazendo e ensinando a mulher a gozar... Algo básico na vida da gente, mas ainda tão distante da maioria em pleno 2019. Mariana Stock, fundadora da Casa Prazerela, é uma inovadora sem tamanho e com uma missão lindíssima.  Ela conta que mulheres com mais de 70 anos viveram lá seu primeiro orgasmo... arrepiante! E sempre lembra que nós precisamos conhecer nosso corpo, explorar aquilo de que mais gostamos, identificar nossas preferências e fazer valer nossas vontades, sem se submeter, por exemplo, às performances dos filmes pornô se isso ...

Depoimento e comentários emocionantes no YouTube

Olá a todas e todos! Fiquei muito tocada com comentários que li após descrição de um vídeo no YouTube. Nele, uma mulher descreve seu histórico de luta e cura. Mas embaixo há comentários cujo conteúdo conheço tão bem. Li ali casos que duram décadas... alguns em que as pessoas, de idades variadas ao que me parecem, já estão resignadas, não pensam mais em ter uma relação sexual com penetração, julgam que isso é impossível. GARANTO: a cura é possível! E não é apenas nas grandes cidades que isso pode acontecer! Vamos reforçar a rede de cura, que seja com profissionais, com informação, com desabafo e sim com ação individual e também coletiva! Segue o link do vídeo:   https://www.youtube.com/watch?v=QHQR2maBVhk . A CURA É POSSÍVEL, MAS É PRECISO AGIR HOJE (NÃO AMANHÃ). PS.: Não conheço o trabalho da profissional citada no vídeo, mas sei que a fisioterapia uroginecológica tem aumentado muito no país todo.

Autoestima e vaginismo. Autoestima e não vaginismo. Vamos trabalhar isso!

Olá a todas e todos! Estou aqui pensando sobre autoestima. A minha não está lá essas coisas, nem sei se um dia de fato foi algo... Mas como é importante! Querer-se bem, e mais do que isso saber-se o que se é, seu próprio potencial tem tudo a ver com vida em todos os campos: pessoal, emocional, psicológico, afetivo, sexual, profissional, familiar... TUDO. Quando eu tinha vaginismo tinha clareza quanto à minha falta de autoestima. Eu me achava menos mulher do que qualquer outra, não era considerada feia (conceito bem relativo, aliás), mas sempre me via assim...  E não conseguir ter uma penetração era algo que só aumentava o chicote de mim contra minha mesma, além de entregar o chicote na mão do homem que estava comigo. E isso não ajudava em nada na minha cura. E hoje, sem vaginismo, ainda sinto o impacto da baixa autoestima em vários campos da vida, inclusive no sexual. Não lutar pelo meu orgasmo, por exemplo. Não conseguir gozar sempre. Não batalhar pelo sexo que eu quero, ...

Exercícios com os dedos... - e outras possibilidades (parte 2)

Oi a todas e a todos! Falei no último post sobre os exercícios com os dedos para desensibilização da vagina. Sim, as mulheres com vaginismo sentem muita sensibilidade, dor... acham que não é possível nada entrar na vagina. Mas a vagina, preciso lembrar, é feita para ser penetrada de acordo com a vontade da mulher, dilatar de modo a gerar prazer e até proporcionar o nascimento de um bebê. É possível sim! Os dedos são seguros e ótimos, mas há outras possibilidades nesse exercício. Já contei aqui algumas vezes que usei cotonetes (bem pequeninos na grossura, me assustavam menos) e dilatadores. É sobre eles que falarei agora. A vantagem que sinto no cotonete é que ele é bem fininho, ideal para que quer vencer o medo achando que existe uma parede na entrada da vagina.  Muitas fazem essa imagem na mente de fato. Eu fazia,  mas isso é  IRREAL.  A vagina é aberta, gente. É contração o que sentimos, não é uma carne, não tem estrutura física tipo rolha ali não... Mentali...

Exercícios com os dedos - campeões de acesso aqui porque... (parte 1)

Oi a todas e todos! "Exercícios com os dedos" é o post mais procurado há anos aqui neste espaço, criado em 2009.  Por que isso acontece? Eu não sei exatamente,  mas tenho teorias a respeito. Uma delas é quanto à praticidade. Mais fácil usarmos os dedos do que algum objeto. Afinal,  não requer investimento financeiro ou de outro tipo além de vencer o medo que muitas têm de introduzir algo na vagina. Bem, o fato é que realmente os dedos são práticos e seguros.  Não é preciso gastar dinheiro nem esperar a encomenda (de dilatadores, por exemplo) chegar.  É ir agora a um local em que se sinta segura, respirar fundo, conectar-se consigo e iniciar. Dar aquele pontapé nesse jogo tão importante na sua vida: o jogo da vitória sobre o vaginismo. Outra parte boa de usar os dedos nesses exercícios de dessensibilização é que, além das paredes vaginais, você tem a sensação na ponta dos dedos. Quando usa dilatador ou cotonete, por exemplo,  você não tem essa dupla es...

Vaginismo é tema em canal do YouTube com mais de 4 milhões de inscritos

Olá a todas e todos! MUITO BOM o vídeo de Cátia Damasceno sobre vaginismo. Mais esclarecimento sobre esse assunto que aflige tanta gente. Este sempre foi meu objetivo: trazer informação de cura a mais e mais mulheres e casais. Para ver, acesse https://youtu.be/EZdQ7dlG3n0. A cura existe. O que você tem feito todo dia para consegui-la? Rumo a ela.

Alternativa (!) (?) (.) (...)

Olá a todas e todos! Você pensa em sexo anal? Eu nunca havia realmente pensado até que meu primeiro parceiro sexual (o primeiro com penetração) propôs. Admito que, naquela hora, achei que era "brincadeira". Não era, mas o tom com que ele disse soou assim (e nada sexy). Enfim, a penetração vaginal aconteceu, e nunca fizemos a "alternativa". Com meu marido, não houve proposta. Foi tudo bem natural, num momento muito envolvente, e simplesmente aconteceu (depois de muitas penetrações vaginais). Até aí eu nunca havia de fato considerado a possibilidade. Achava sexo anal meio impossível pra mim, imaginava que seria doloroso. Mas um dia fizemos, e desmistificou tudo na minha cabeça. De primeira, não foi um show de prazer, mas me empoderou. Pensei: que foda (literalmente)!!! Eu me senti muito dona de mim. Outras transas assim vieram, e já gozei muito também com sexo anal, algumas vezes aliado à estimulação do clitóris. Feito com cuidado, não é doloroso (pra mim...