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Quarentena: boa ou ruim para buscar a cura?

Olá a todos e todas! Como vcs estão diante de tudo isso que estamos vivendo, no mundo todo? A quarentena em função de uma doença mexe com a gente. São tantas dúvidas, muitos medos e horas a mais para ficarmos com a ansiedade atiçada. E como fica a questão do vaginismo nisso tudo? Depende. A quarentena pode representar, dependendo do seu caso, mais tempo para pesquisar sobre o assunto e agir também. Aqui e em tantas outras fontes (blogs, meios de comunicação e YouTube) há muitas informações que podem ajudar a encontrar uma terapia especializada para apostar depois que as saídas de casa estiverem liberadas. Ou também caminhos para agir até isso acontecer. Refletir também é muito importante. Você age contra o vaginismo? Se não faz isso, por que age assim? Infelizmente, há pessoas que têm tanto a lidar diante da quarentena (devido aos trabalhos em home office, à família, à ansiedade) que precisam focar sua energia. Aí, só a pessoa pode dizer o quanto aguenta neste momento de pr...

Internet: pesquisa e notícias, incluindo a de uma mulher virgem (?) 12 anos após casamento

Olá a todas e todos! De vez em quando, só para ver como o assunto anda por aí, eu escrevo a palavra vaginismo no Google, na área de notícias. Aparecem algumas informações (não tantas quanto gostaríamos, mas já é alguma coisa). Hoje, encontrei uma reportagem na revista Glamour (não consigo ler tudo, infelizmente bloqueia pra mim):  https://revistaglamour.globo.com/Lifestyle/noticia/2020/03/vaginismo-entenda-o-medo-irracional-da-penetracao.html . Cita a série Sex Education (nunca vi, mas despertou meu interesse). Outro link que não pude abrir foi o de uma pesquisa da UFMG. Deve ser interessante. Quem quiser e puder conferir pode tentar obter essas informações. Também vi uma notícia (site Delas) sobre uma norte-americana que, após o casamento, permaneceu por 12 anos virgem. Pausa na notícia para pensar: afinal, o que é virgindade? O conceito seria apenas ter um hímem? Não na minha opinião, mas... cada um  tem a sua, o importante é refletir sobre ela. Bem, e você? ...

O que você tem feito por você?

Olá a todas e todos! Fazemos, de forma geral, tantas coisas. Mas o que de fato você tem feito por você e pela cura do seu vaginismo? Pela experiência da minha vida, pelo que sempre li e troquei em termos de conversa com outras mulheres que viveram a mesma questão, o vaginismo não tem solução mágica. É preciso agir para ver a solução acontecer. Aliás, ela não acontece. Ela é realizada a partir da ação. Eu optei, naquela época, cerca de 10 anos atrás, por me exercitar sozinha. Não havia muita divulgação sobre fisioterapia para esses casos (pelo menos na minha cidade). Então, eu busquei ginecologistas (uns 3 que NADA sabiam sobre vaginismo) e uma sexóloga, que me deu orientação. Mas o caldo mesmo que deu fui eu, lendo, escrevendo neste blog, trocando experiências e desabafos com outras mulheres que também passavam pela mesma situação. Também pensei em finalmente me testar, me tocar... Antes dos dilatadores (que tive que importar dos Estados Unidos, pois naquela época não havia, ao ...

Vulvodínia... outra questão pouco falada

Olá a todas e todos! Esses dias, vi um vídeo na internet sobre uma questão sobre a qual eu, que sempre pesquisei sobre vaginismo, nunca nem mesmo havia ouvido falar: a vulvodínia. Trata-se de dor na vulva, uma super-sensibilidade ali, antes mesmo de se atingir a vagina. As mulheres que convivem com isso muitas vezes relatam sentir dor ou ardência (ou ambas) até mesmo ao usar calças jeans, por exemplo, ou ao sentar-se ou andar de bicicleta. Imagina, então, durante a relação sexual? Há subdivisões relativas à vulvodínia, como se é generalizada ou localizada, espontânea ou provocada (acontece apenas quando há toque na região). Assim como no vaginismo, a orientação é que desenvolva um trabalho multidisciplinar, com terapia e outras ferramentas para se resolver a questão, que, afirmam especialistas, tem causa desconhecida (embora muitos creditem à parte psicológica, assim como no vaginismo). Penso, diante de tudo isso, sobre o quanto nosso corpo é tão misterioso. O que leva a uma qu...

Gozei na terapia orgástica

Oi a todas e todos! Terapia orgástica foi realmente uma descoberta na minha vida. Entender como é possível gozar somente com as sensações do corpo, as estimulações, os toques... Essa experiência foi vivida na Casa Prazerela, da qual falei no último post (não patrocinado, vale destacar de novo). A casa fica em SP, e eu soube mais sobre ela e a terapia via internet (YouTube, Instagram...). Um dia, em viagem a SP, marquei via WhatsApp. Por sorte, havia uma vaga para aquele mesmo dia. E fui. Sozinha e de Uber. Cheguei, e de cara a casa me encantou. Tudo lá é lindo. Na entrada, placas pequeninas indicam que é ali mesmo, sem dizer o que é. Fofo e delicado. E forte e respeitoso. Como a terapia.  A casa por dentro é ainda mais marcante. Tem cara de residência mesmo, com pufes, tapetes... a cozinha é linda. E há um espaço tipo lojinha, com livros, bolsas e lenços voltados à temática da sexualidade e afins; modelos de clitóris em tamanho real, feitos de plástico, para a gente entende...

Prazer... ela !

Olá a todas e todos! Venho falar de uma casa especial (este post não é patrocinado, nada aqui no blog é ou foi). É a Casa Prazerela, que completa 2 anos e fica em SP capital. Conheci o trabalho dela via YouTube. E comecei a seguir nas redes sociais (Instagram principalmente). Foi amor à primeira vista.  Falar às mulheres sobre seu potencial orgástico, sexual... oferecer informação, troca de experiências e ideias, promover terapia orgástica, fazendo e ensinando a mulher a gozar... Algo básico na vida da gente, mas ainda tão distante da maioria em pleno 2019. Mariana Stock, fundadora da Casa Prazerela, é uma inovadora sem tamanho e com uma missão lindíssima.  Ela conta que mulheres com mais de 70 anos viveram lá seu primeiro orgasmo... arrepiante! E sempre lembra que nós precisamos conhecer nosso corpo, explorar aquilo de que mais gostamos, identificar nossas preferências e fazer valer nossas vontades, sem se submeter, por exemplo, às performances dos filmes pornô se isso ...

Depoimento e comentários emocionantes no YouTube

Olá a todas e todos! Fiquei muito tocada com comentários que li após descrição de um vídeo no YouTube. Nele, uma mulher descreve seu histórico de luta e cura. Mas embaixo há comentários cujo conteúdo conheço tão bem. Li ali casos que duram décadas... alguns em que as pessoas, de idades variadas ao que me parecem, já estão resignadas, não pensam mais em ter uma relação sexual com penetração, julgam que isso é impossível. GARANTO: a cura é possível! E não é apenas nas grandes cidades que isso pode acontecer! Vamos reforçar a rede de cura, que seja com profissionais, com informação, com desabafo e sim com ação individual e também coletiva! Segue o link do vídeo:   https://www.youtube.com/watch?v=QHQR2maBVhk . A CURA É POSSÍVEL, MAS É PRECISO AGIR HOJE (NÃO AMANHÃ). PS.: Não conheço o trabalho da profissional citada no vídeo, mas sei que a fisioterapia uroginecológica tem aumentado muito no país todo.