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Cura aos 55 anos

De novo garimpando informações, achei o resumo de um trabalho médico. Relata que uma mulher de 55 anos, nunca penetrada, foi curada. O texto e o link estão abaixo. VAGINISMO PRIMÁRIO EM MULHER CLIMATÉRICA CASADA HÁ 29 ANOS - RELATO DE CASO Autor(es): Oliveti EMP; Oliveti A; Apresentador(a): Elza Maria Panka Oliveti Introdução: Vaginismo pode causar intensa frustraçao na mulher e problemas relacionais, podendo gerar inclusive anulação do casamento devido matrimonio não consumado,caso não seja diagnosticado e tratado(1).Define-se como espasmo involuntário recorrente ou persistente do terço externo da vagina que interfere no intercurso sexual (2).Essas mulheres tem crenças erroneas sobre sua vagina e ideação de dor catastrófica (3).O constrangimento da mulher dificulta e adia o problema , o que suscita ao médico que além do exame ginecologico que confirma o espasmo vaginal (4) , faça perguntas adequadas e encaminhamento correto (5).O climatério com repercussoes vaginais pode agr...

Curso para tratar vaginismo

Garimpo informações sobre vaginismo quase que diariamente. E encontrei divulgação de um curso para formar pessoas para tratar quem tem esse problema. Isso é maravilhoso. Nem sei como classificar essa iniciativa. Será que finalmente estão percebendo quantas mulheres sofrem em silêncio? Que somos em número muito maior do que imaginam? Quero tanto que a mídia divulgue mais isso tudo para que outras mulheres não esperem e percam tanto tempo quanto eu. Bem, o link do curso é este: http://eli-fernandes.blogspot.com.br/2012/10/para-tratar-vaginismo-sao-paulo-01-de.html. Vou tentar contato para saber mais.

Exercícios com o dedo

Olá a todos! Sempre resisti a fazer exercícios com o dedo, mas tenho feito (com menos frequência do que deveria) e já consegui introduzir dois. Não sinto dificuldade na penetração em si, mas tenho que cortar mais minhas unhas (machuca). A posição pra conseguir eu mesma me penetrar é ruim (mau jeito). Por isso prefiro mesmo os dilatadores que tenho. Mas por enquanto vou persistir na história do dedo. Penso também em voltar à sexóloga e começar a fisioterapia. Resisto porque acho que conseguirei sozinha. Não acho que isso seja certo, na verdade. Tenho que decidir logo isso e me curar. Outra coisa que quero falar aqui é sobre um texto que encontrei sobre vaginismo. É num site português - http://health-saude.blogspot.com.br/2012/10/tratar-o-vaginismo.html. Abraços a todos e todas. Cura, cura, cura.

Fisioterapeuta : dra. Livia explica - parte 2

Continuam aqui as explicações da dra. Livia Frulani: O constrangimento para as mulheres com vaginismo é normal. O problema é muito íntimo, mas nós, fisioterapeutas que trabalhamos na área, acolhemos vocês com o maior carinho e compreensão por já estarmos acostumadas a tratar de mulheres com vaginismo, além de outros problemas relacionados. Normalmente é feita uma sessão por semana, mas dependendo do caso podem ser duas vezes. As sessões duram em média 1h cada uma. Não sei de planos de saúde que cubram diretamente os gastos com o tratamento, mas o que você pode ver com o seu convênio é se você fizer fisioterapia uroginecológica indicada pelo seu médico ginecologista, como você deve proceder (com os papéis, recibos, etc) para tentar reembolso com o convênio. Durante as sessões de fisioterapia, basicamente utilizamos nossas mãos. Elas são os melhores instrumentos de trabalho para esse tipo de tratamento, pois vão fazer o toque corporal e vaginal, massagem, alongamento etc. Depois d...

Fisioterapeuta: dra. Livia explica - parte 1

Sempre fico em dúvida sobre fisioterapia para curar o vaginismo. Entrei em contato com a dra. Livia Frulani, e ela não só me respondeu como autorizou que eu publicasse aqui as informações. Obrigada, dra. Livia. Essas informações são muito importantes pra quem vive esse problema. Então, algumas das frases escritas pela própria fisioterapeuta: O tratamento do vaginismo, como você deve saber, implica duas coisas básicas: um apoio psicológico/terapêutico e fisioterapia. Os medos, ansiedade, dúvidas do dia a dia e dos momentos já vividos na vida acabam refletindo de forma involuntária no corpo, principalmente naquelas mulheres que tem o vaginismo. Como você mesma disse, você acaba por vergonha não chegando a expor o problema pra um profissional ou apresenta dificuldade para ter intimidade com alguém devido a esse problema, o que é muito comum nas vagínicas. Apesar de estar usando os dilatadores vaginais (observação: é o meu caso), é importante continuar usando (pelo menos umas 2 ou 3 ...

Exercícios com o dedo

Olá a todos! Eu sempre tive resistência em fazer exercícios de dessensibilização com os dedos. Introduzia cotonete, dilatadores, mas minha mão mesmo não entrava na minha vagina. Tocava do lado de fora todo, com ou sem masturbação (que descobri há uns 3, 2 anos), mas não me penetrava. Nesta semana, decidi que faz parte o meu processo de cura eu enfiar meus dedos na vagina. E consegui com facilidade. Primeiro, lubrifiquei bem uns 4 cotonetes juntos. Coloquei todos no canal vaginal, mexi com eles (entra e sai), deixei por alguns segundos lá dentro. Depois, foi a vez do dedo indicador direito. E foi. Bem lubrificado, senti as paredes vaginais, fiz movimento de vai e vem. É apertadinho sim, mas foi. Hoje, continuo os exercícios. Minha amiga da "Minha luta contra o vaginismo" me fez um desafio de fazer os exercicios todos os dias, pelo menos 3 seguidos. Hoje, eu continuo. E não vou mais parar, porque eu vou me curar. Nós vamos. E ponto final (aliás, inicial, o começo de uma v...

Contrações que se estendem

Olá a todas (e todos)! Como o vaginismo é algo nada falado e muitas de nós temos vergonha de dividir o assunto com outras pessoas, tenho muitas dúvidas sobre o que eu mesma sinto. Leio muito sobre o tema, mas as informações sempre se repetem, são pouco aprofundadas. Sabe uma dúvida forte que tenho? O fato de sentir contrações que parecem ir além da vagina em si. Por exemplo: há mulheres que "trancam" as pernas, jogam um joelho contra o outro na hora da relação sexual, numa tentativa de evitar o acesso do homem à abertura vaginal. Não é o meu caso. Eu abro as pernas tranquilamente, o acesso é direto, mas aquela parede "surge" na minha vagina. O único homem em vários anos que tentou me penetrar até conseguiu introduzir dedos (e centímetros do pênis), mas foi doloroso. Estranho é que há anos percebo que ao ter orgasmo (com masturbação, com sexo oral bem menos) sinto uma contração no ânus. Até com sonhos (quando sonhava estar fazendo sexo) isso já me aconteceu. É co...